O Bodhisatta foi, certa vez, um professor. Um de seus muitos alunos chamava-se Malvado, e ele queria mudar seu nome para um mais afortunado. Ele pediu ao Bodhisatta para escolher um nome para ele, mas ele recusou e, em vez disso, disse a Malvado para viajar até encontrar um que gostasse. Malvado vagou de aldeia em aldeia ouvindo nomes. Em sua viagem, ele viu um homem chamado Rápido sendo carregado para o cemitério, uma escrava chamada Rica sendo espancada por seu mestre e sua senhora por não trazer dinheiro suficiente para casa, e um homem chamado Guia que estava perdido. E quando Malvado comentou sobre a estranheza desses nomes não combinarem com suas situações, todos disseram que ele era um tolo por pensar que um nome fazia mais do que dizer quem é quem. Quando voltou para casa, Malvado disse ao Bodhisatta que havia aprendido a lição e queria manter seu nome.
Durante a Vida do Buda
O aluno era um nascimento anterior de um dos discípulos do Buda, que também se chamava Malvado. Quando o Buda ouviu que este discípulo estava insatisfeito com seu nome e queria mudá-lo para um mais afortunado, ele contou esta história para explicar que os nomes apenas dizem quem é quem, nada mais, e não era a primeira vez que ele queria mudar seu nome.
Os outros alunos do Bodhisatta eram nascimentos anteriores dos discípulos do Buda.

