O Bodhisatta foi, certa vez, um rei, e ele governou com justiça seguindo as dez virtudes reais. O povo de sua cidade costumava fazer sacrifícios de animais aos deuses. Enquanto ainda era príncipe herdeiro, o Bodhisatta começou um esquema para acabar com a prática. Ele começou a se juntar às multidões que oravam para uma fada das árvores que residia em uma figueira sagrada fora da cidade, oferecendo perfumes e flores, aspergindo a árvore com água e caminhando ao redor de seu tronco. Mais tarde, depois que o Bodhisatta assumiu o trono, ele reuniu seus conselheiros e disse a eles que, quando ainda era príncipe, havia prometido à fada das árvores que faria uma grande oferta caso se tornasse rei. Ele ordenou que eles fossem por toda a cidade e proclamassem ao som de um tambor que o rei havia prometido dar à fada das árvores a carne e o sangue de mil súditos que quebrassem os preceitos e vivessem no pecado. A partir desse momento, todos os malfeitores seriam mortos e sacrificados. E como o Bodhisatta havia previsto, nenhuma única pessoa foi pega fazendo algo ruim, incluindo sacrificar animais.
Durante a Vida do Buda
Um dia, alguns discípulos do Buda sentaram-se e discutiram o quão grande era o Buda: como ele levava uma vida simples, era gentil com todos (mesmo com nagas e garudas), converteu muitas pessoas e sempre viveu para o benefício do mundo. Quando o Buda ouviu sua discussão, contou-lhes esta história para que soubessem que também havia agido no interesse dos outros no passado.
Os conselheiros do rei eram nascimentos anteriores dos discípulos do Buda.

